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Genealogia de Sebastião
da Silva Maltez
Sebastião da
Silva Maltez, filho de José da
Silva Maltez e de Maria da Guia Benta, nasceu na vila da Golegã,
distrito de Santarém, na bela província do Ribatejo em Portugal,
assim como os seus quatro irmãos e as suas três irmãs. Meu avô paterno uniu-se em
casamento com Maria da Conceição Gouveia, filha de João Rebelo Gouveia e de Maria dos
Anjos. Desta união viriam a nascer seis filhos dos quais o segundo, Joaquim da
Silva Maltez era o meu próprio pai.
Sebastião, dedicou-se inicialmente à actividade de pescador no rio Tejo, um dos
dois rios que percorrem este concelho e que
desde sempre provocaram o
"fenómeno das cheias" (ainda que tornando os seus campos férteis), para ulteriormente se dedicar à
agricultura, ocupação que mantería até idade avançada e que era comum à maioria dos
demais habitantes deste concelho, de uma superfície de aproximadamente 77 Km2, que
cresceu consideràvelmente e que conta hoje de uma população de cerca de 6.000
habitantes.
Sebastião da Silva Maltez faleceu na vila da Amadora, agora cidade e situada na
periferia da grande Lisboa. A minha avó haveria falecido aproximadamente uma década mais
cedo na cidade de Lisboa.
Seu avô paterno Joaquim
da Silva Maltez, terá nascido lá pelos ídos de 1790
e é o ancestral mais antigo de
sobrenome Maltez até onde nos é praticável esboçar
a nossa linhagem, pelo que teremos de fazer deste meu trisavô o "nosso" marco
patronímico. Sabemos que viveu na vila da Golegã onde
seus filhos também nasceram, mas não há portanto a certeza de que a Golegã haverá
sido a sua terra natal, ainda que "a priori" tudo indique que sim.
Desafortunadamente grande parte dos arquivos, livros e manuscritos anteriormente a 1850
não se encontram no Instituto dos Arquivos Nacionais "Torre do Tombo" como
seria de prevêr.
Durante quatro anos (1807-1811), as invasões e ocupação francesas,
incendiaram povoações, devastaram e saquearam uma grande parte de Portugal, sobretudo a
norte do rio Tejo. Dia após dia, durante meses, repete-se a tirania dos
exércitos que, quer por ameaças, quer por actos violentos, furtavam os poucos haveres da
população, deixando
na sua retirada um panorama de morte e desolação. Junot
decretou nos princípios de 1808 que ouro e prata de todas as igrejas, capelas e
confrarias seria conduzido para a Casa da Moeda de Lisboa para mais tarde sêr transferido
para França. (Na Rua de São Lourenço, desta vila da Golegã, está
situada a Quinta do Salvador, a qual data de 1747, e que foi quartel-general de Junot em
1807).
Este enorme desfalque no património cultural português, reflecte-se hoje na pobreza de
bens móveis existentes em muitas igrejas, mosteiros, confrarias, palácios, museus, arquivos
e bibliotecas. Posteriormente, a guerra civil entre absolutistas e liberais e a mortandade ocorrida em 1833, quando a
cólera-morbus se propagou, entre outros acontecimentos que deixo por designar,
contribuiriam também para a dificuldade em poder organizar devidamente a burocracia
necessária para que hoje se tornasse possível uma melhor pesquisa sobre os
elos pretéritos da minha corrente paterna.
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